Ógui Lourenço Mauri

Sou leonino. Nasci num 10 de agosto,
no mesmo dia em que veio ao mundo
o cantor Agepê (já falecido).
Minha "contagem
progressiva e sem volta"
já passou dos 60
(sessenta). Algumas figuras
bastante conhecidas
fazem aniversário no
mesmo dia em que acontece o meu.
Caso do ator Fábio Assunção,
da cantora Fafá de Belém e do
"sex-symbol" Antonio Banderas.
O grande escritor Jorge Amado,
que nos deixou em 06/08/2001,
nasceu num 10 de agosto,
30 anos à minha frente
(e aqui vale a distância
que nos separa no talento).
É bem provável que todas essas
"feras" apareçam no cenário
para compensar minha insignificância.
Sou natural de Irapuã, pacata cidade
nas proximidades de
São José do Rio Preto (SP),
mas resido em Catanduva,
na mesma região,
desde a adolescência e
com algumas saídas temporárias
por razões profissionais
(fui bancário e professor).
Gosto de Deus, acima de tudo;
de minha família, de meus amigos
de verdade e de meu país.
Sou "viciado" em leitura
(livros, jornais, revistas),
em escrever poesias e em
futebol (aqui, o Palmeiras).
Sinto-me feliz ao ajudar,
no anonimato, os necessitados.
Não gosto de pessoas falsas,
de exibicionistas e de mal-educados;
abomino a inveja, a maledicência
e o desrespeito às leis e aos
costumes sadios
consagrados na sociedade.


 

 


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Canção da Vida
Ógui Lourenço Mauri
A vida é uma canção envolvente,
Cujos solfejos são a esperança;
As estrofes, os passos à frente;
O estribilho, a perseverança.
Trecho da poesia
de Ógui L. Mauri

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A Voz do Vento
Ógui Lourenço Mauri


Nesta solidão, pude enfim perceber
Que a distância alimenta meu pensamento.
Agora, eu sei que é ela que dá voz ao vento
Quando ele vem forte em meu rosto bater.
Sim. Eu sei que é tua voz que o vento conduz,
Traz teu perfume e, de teus olhos, a luz;
Eólica injeção de amor para meu ser.

Esta brisa sonora que tem teu cheiro,
Dá um toque afrodisíaco, que revigora;
Teu calor chega e a meu tato se incorpora,
Ao vento sinto teu corpo por inteiro...
Quando o sopro soa mais forte em meus ouvidos,
Mais o amor por ti desperta em meus sentidos,
Num quadro de excitação já rotineiro.

Este amor aerívoro, de abstinência,
Em que procuro teus olhos mas não vejo,
Não posso te abraçar no auge do desejo,
Preciso de uma reversão de emergência...
Apesar do vento que me liga a ti,
Meu coração pede tua presença aqui...
E que seja para sempre, com urgência!

Ógui Lourenço Mauri
24.03.2007

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::Postado por Ógui Mauri ್ 12h28
::

O Sol, de Novo...
Ógui Lourenço Mauri

A escuridão da longa noite se vai...
A mulher vê que a madrugada agoniza,
A espera está no fim, sua alma regozija:
O Sol está de volta; Glórias ao Pai!

Com as trevas, não foi fácil se imiscuir,
Sentiu a falta do "astro-rei" de sua vida...
Na ausência dele, teve a maior ferida,
Ao ver um dos tesouros, de ambos, partir.

Assimilou o baque de forma rara...
Foi pura provação desta sua Passagem!
Porém, dando mostras de muita coragem,
Seguiu à risca o que Deus lhe reservara.

Quanta expectativa!... Desespero, até!...
O Sol está a caminho, é a luz novamente!
Com a idéia fixa no retorno iminente,
Ganha o presente por não perder a fé...

Dele, vai sentir outra vez o calor,
Contará de novo com sua proteção.
Afagos, de coração pra coração...
Nova alvorada... continuação do amor!

Ógui Lourenço Mauri
24.07.2007

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::Postado por Ógui Mauri ್ 12h26
::

Mãe, Mudou a Rotina!
Ógui Lourenço Mauri

Mãe, quantas mudanças desde a tua partida!
Tua falta me impôs alterar a rotina...
E, a partir da caminhada matutina,
Mudou-se o cotidiano de minha vida.
Logo cedo, agora faço outro caminho,
Pois eu já não tenho mais teu cafezinho,
O de todas as manhãs, na tua acolhida.

Como faz falta tua piada matinal,
Pois até com as mais sem graça eu sorria.
Teu semblante irradiava tanta alegria,
De mãe para filho, nexo umbilical...
Não tenho mais notícias da vizinhança
Nem de meus amigos dos tempos de criança,
Máxime as tais de enfoque confidencial.

Eu passo bem longe de tua casa agora.
Evito, assim, lembrar que tu já partiste,
Contorno o dissabor dum momento triste,
O da certeza de que já foste embora...
Sei, contudo, que ainda guias os passos meus,
Pois sempre que preciso falar com Deus,
Vejo, desde o Alto, a imagem da senhora.

Ógui Lourenço Mauri
26.04.2006

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::Postado por Ógui Mauri ್ 12h24
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